Me pergunto o que você está dizendo,
profanando o que é sagrado,
Não ,não falo de religiões,
Dogmas morais ou Deuses inventados
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Me pergunto o que fazer,
quanto do alto de do possível meio da vida,
Olhar pra mim e não me ver,
o anseio de criança.
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É hora de ir de volta pra casa?
Ou bater o pé no chão e gritar,
_Não,não vou me adaptar.
Não quero ficar pelo mundo a vagar derrotado .
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Para todo aquele homem que se restringe diante da invenção do seu sexo.
Para o que olha através das sombras da paredes,
Para o que vive á sombra do pé que lhe esmaga.
Para quem contem seu caos e prefere ficar na lama.
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Há todos os meus mestres, eu deixo meus sonhos
Há meus amores todas, nossas perspectivas de futuro.
Para as inimizades ,o respeito de ter caído lutando.
há todos que me conheceram ,deixo a lembrança.
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Mas no final quem eu sou?
O reflexos dos meus desejos concretizados,
Do limite que me estipulei,os amores que vivi,
os que apenas sonhei,das pessoa que ajudei a se construir,
dos caminhos que abri e daqueles que a direção apontei.
Do meio do fim.
Nem certo e nem torto.
Eu vejo as duas faces da ilusão
O pseudo-ativo e o moralista consciente
Um ateu crente na divindade existente cada um de nós
O outro a voz de trovão a ralhar mil sermões exaltando o castigo em nome da salvação.
Filhos e filhas de um Deus de paz,
De pais e padrasto de amores frustrados
Entregues ao pecado em nome de vós
Juventude ativista, fazendo protesto, tecendo manifesto de voz comunista.
Não sei se tu vê a sina do homem
O triste caminho de amar e morrer
Se carrego uma cruz ou talvez um revolver,
Sou eu negro pobre ou um branco cristão,
Sou resto de crença, o fim da ofensa,
Amante á ciência ou fazendo oração.
Sou homem sou tolo
, recheio de um bolo do mesmo sabor,
Critico do que faço sou só o embaraço
da corda que sou o próprio criador.
Samba melancólico da madrugada.
Tenha em mente o coração que está confuso de um homem calado.
Que não tem ninguém ao seu redor cansou de olhar para o lado.
Os seus olhos perderam o brilho se deram por vencido.
O coração uma peça de chumbo fundido.
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A solidão, dor que lhe destrói.
O homem calado tem fome de irmandade e amor
E esse maldito monstro da falta lhe devora.
Trazendo a tona teu vazio interior.
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Olha para o caminho que forma-se atrás.
A voz do destino ecoa no som dos passos que até ali lhe trouxeram.
-Tu que me fez desse jeito, seguindo o mapa que desenhaste pra mim.
Tomo rumo do vazio no seu peito este é teu fim.
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inventor de tristezas,felicidades,
amores e amizades
que tão fácil não se extinguirão
vivem na imaginação.
Olhos que as observaram,
jamais vão esquecer,
memorias ,herdadas hão de ser,
pela geração por nascer.
Muito se foi ensinado,
como esquecer os pecados,
e confiar do passado,
somente em seu aprendizado.
Lutar usando o que tem,
tirar força da dor,
Se inspirar no amor
em favor do bem.
Nenhum mal é insuperável,
como um muro inexpugnável
quando se tem um porque,
da fraqueza surge o poder.
Em meio a solidão
de estranhos em multidão,
em uma selva de comcreto.
ou na vasta pradaria
de um campo deserto
de um verde ofuscante
sozinho ainda vou estar
se ao correr com a visão,
e até o horizonte ,não encontrar,
a ternura do seu olhar.
Uma solidão tão profunda quanto os confins do oceano
Uma vontade de chorar de repente.
A cabeça parece expandir,
talvez uma tentativa de reação cerebral contra a rebelião emotiva.
Sono não sustenta tampouco a comida sacia.
Como ocupar uma mente vazia, cheia de emoções enfurecidas?
Tedio foi o inicio, matando aos poucos o desejo.
a vontade vai logo após se demonstrado escrava de seu antecessor.
Mas o que vem depois?
O aflito desespero?
O triste desengano?
Não sei o que esperar ser, estar, deixar pra lá.
A morte
A morte é o ultimo degrau,
de uma escada que desponta para o infinito,
é o verso mais bonito
é o sussurro, o uivo, grito, angustiado
de um pobre coitado sobre o céu chumbo, deitado ,caído, desabrigado.
Os olhos vão embaçando
Choro silenciando,
murmúrios vão se calando
é a noite que vem chegando
Trazendo consigo o vazio
solitário, escuro e frio.
mas tão convidativo quando o dia mais festivo
e tão necessário quanto.
Então por que o espanto?
Deixe-se flutuar sem prantos
Que o vento vá lhe guiando.
Cavaleiro amaldiçoado.
Cavaleiro amaldiçoado.
Era uma vez uma donzela
por qualidade amável
diante um cristal plano
Digna por opção
Porem via com distorção
Um cavaleiro honorável
Culpa a ela não cabia,
Parvo ele se demonstrou,
e das agruras de seu passado
Ele não a alertou,
depois de um poema criado,
o cavaleiro abobado finalmente despertou.
Contando-lhe a historia
a muitos anos perdida
que em todo seu lamento.,
só encontrou uma saída,
era amar sem ser amado,
tentando pagar um pecado
que marcou a sua vida.
Ecos alem tumulo!
Demônio da prosperidade!
Porque foges de mim?
Eu só quero um terço de ti
Tu crê que ME-FEZ-TãO-FELIZ assim?
Eu como bom ateu monoteísta que sou,
Acredito em Satanás e tudo que me faz,
É humilhação, traz de volta vozes de mortos
A muito apodrecidos, fantasmas, espíritos tortos,
Ecoam de traz um idiota me diz,
faça contatos, pois sozinho não se é feliz.
Bah! Cuspo em tua tumba, e vos maldigo.
Ser só é estar seguro deus sem sentido
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Agora eu sou o vilão!-Poesia baseada no som!
Cansei de estar estampando a frente dos outdoors,
aqui atrás, na sombra tenho mais privacidade,
e as luzes dos postes não me queimam os olhos
Quem me amava,hoje não me quer mais.
Quem me dava valor, hoje me ignora.
Não preciso de sua atenção como esmola,minha dor ela não conforta mais,
fingir ser você .Para quê?
Para ser um reflexo acariciado pelo seu ego?
Me esqueça,me execra, joga-me do alto de seu edifício.
REFRÃO:
Vicio,vida!
Vida,vicio!
Surpresas,acredito nas sutilezas do ser!
Vejo o que vê, mas sua visão não me agrada mais
